O papel da #pecuária no #clima! O Café no Fala Carlão #723 ☕️ é ao lado de Fernando Sampaio, Diretor de Sustentabilidade da ABIEC (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes), direto da COP29 Azerbaijan em Baku, no Azerbaijão. Ele apresentou um documento recém-lançado pela Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, intitulado “Posicionamento da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável”, que aborda a ambição climática nesta edição da conferência. O documento demonstra o compromisso do Brasil em liderar com práticas mais sustentáveis no setor pecuário e estabelece uma posição estratégica para a conferência em Baku.
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Um privilégio estar participando hoje, no dia da Amazônia, do evento "Impulsionando a agenda ESG no setor da pecuária", organizado pelo Pacto Global da ONU - Rede Brasil , representando a ARCA Sustentabilidade. Importante acompanhar o avanço no setor para a restreabilidade na compra de gado e na aprovação de créditos rurais. São cerca de 100 milhões de hectares de áreas degradadas e que podem produzir com mais eficiência para reduzir a pressão sobre a floresta e aumentar a produtividade de forma legal e rastreável, sendo a Embrapa um ente fundamental neste processo. A rastreabilidade deve abrir mais marcado para a exportação e agregar valor aos nossos produtos. Os bancos tem um papel fundamental neste processo em ampliar critérios de compliance para acesso ao crédito.
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🌍 A pecuária faz parte da economia e da subsistência de famílias brasileiras, mas também é uma das principais fontes de desmatamento e emissões de carbono. Em 2023, durante a COP28, o estado do Pará deu um importante passo ao lançar o Programa de Integridade e Desenvolvimento da Cadeia Produtiva da Pecuária de Bovídeos Paraenses, que alia rastreabilidade do gado ao monitoramento ambiental, buscando equilibrar produção e conservação. Para impulsionar o crescimento sustentável, beneficiando tanto o meio ambiente quanto os produtores locais, a meta do programa é de monitorar 5 milhões de cabeças de gado até a COP30, em Belém, e expandir para todo o rebanho do estado até 2026 por meio de uma coalizão intersetorial abrangente buscando eliminar o desmatamento da pecuária em terras privadas, públicas e protegidas. A TNC Brasil é uma parceira estratégica nessa jornada, levando sua experiência e visão para apoiar a implementação desse modelo. Com foco principal em viabilizar financiamento para ações climáticas, a COP29 em Baku, é um momento oportuno de buscar recursos e apoio para acelerar a transformação da indústria pecuária do Brasil. #COP29Azerbaijão #TNCNaCOP29 #Pecuaria
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O Comitê Olímpico de Paris decidiu reduzir a proteína animal nas refeições dos atletas, uma medida que, aos olhos do Comitê, visava promover a sustentabilidade e combater as mudanças climáticas. 🌎 Porém, essa decisão levanta um debate importante: é realmente necessário excluir a carne para ser sustentável? A pecuária brasileira tem mostrado que é possível produzir carne de maneira sustentável e eficaz no combate às mudanças climáticas. Posicionamento da Pecuária Brasileira: 🥩 Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF): Técnicas inovadoras como a ILPF promovem a recuperação de áreas degradadas e aumentam a produtividade, ao mesmo tempo em que reduzem as emissões de gases de efeito estufa. Tecnologia e Inovação: O uso de tecnologias avançadas, como o monitoramento de pastagens e a genética avançada, aumentam a eficiência e reduzem a pegada de carbono. Certificações Sustentáveis: Programas de certificação garante que a carne produzida siga rigorosos critérios de sustentabilidade, desde a origem até seu consumo. Você acredita que a pecuária sustentável pode ser a solução? Deixe sua opinião nos comentários! #jogosolimpicos #paris2024 #sustentabilidade #pecuariabrasileira #mudancasclimaticas #alimentacaoaaudavel #inovacaoaustentavel #discussaosustentavel
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Feliz em ver o tema Sustentabilidade com destaque no Interleite 2024 🥛 A semana iniciou com um workshop sobre Análise de Ciclo de Vida (ACV) com André Mazzetto, que mostrou as bases para a estimativa da pegada de carbono do leite. Nos outros dois dias de evento, foram apresentados valores para a pegada de carbono realizados no Brasil e práticas adotadas em fazendas, como: · Reaproveitamento de areia nos sistemas de free-stall · Reuso de água e armazenamento de água da chuva · Irrigação e adubação com partes líquidas e sólidas resultantes do manejo de dejetos, levando a menor aplicação de adubos químicos · Atenção ao bem-estar animal No debate do painel “Novas áreas do conhecimento em produção animal”, os palestrantes fizeram colocações pertinentes enfatizando que o produtor precisa estar à frente nas iniciativas pela sustentabilidade, assim como foi mostrado no painel “Furando a bolha da comunicação: como falar para fora do setor” que devemos assumir a liderança na comunicação. Minha reflexão frente às colocações é que, como globalmente o setor é cobrado pela informação de emissões de GEE, precisamos conhecer e comunicar proativamente a pegada de carbono do nosso leite, com ferramentas que estimem de forma precisa e justa nossas emissões, utilizando bases de dados nacionais, e com entrada de dados para que a maior parte das emissões seja efetivamente calculada, respeitando o limite máximo para inserção de dados estimados ou padronizados. A partir da ACV, comunicar também as práticas adotadas para mitigar emissões e o quanto temos reduzido a pegada de carbono do leite no Brasil. André Mazzetto mencionou mais um ponto relevante: precisamos ir além do carbono. É fundamental olhar para os demais aspectos que compõem um sistema verdadeiramente sustentável, como o social, o econômico e o cultural. “Tecnologias digitais em fazendas leiteiras” foi outro tema de destaque. Vimos que a Inteligência Artificial é realidade e que temos uma diversidade de tecnologias já testadas que podem ser incluídas no manejo diário, com impactos em produtividade, bem-estar, eficiência e rentabilidade. A correta aplicação destas tecnologias e a escolha de acordo com o momento e a necessidade da fazenda são fundamentais para o sucesso da implantação. Para finalizar, uma das 6 mensagens que Marcelo Carvalho colocou na abertura do evento: “Se não investirmos tempo, recursos e inteligência para destravar nossa competitividade, vamos pular de crise em crise. O que queremos ser como cadeia de produção?” Temos oportunidade únicas, dentre os grandes players mundiais, para aumento de produtividade e estabelecimento de sistemas embasados em sustentabilidade e tecnologia. Resta ter uma visão clara de onde queremos chegar como setor e percorrer juntos este caminho.
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Sustentabilidade no centro da "Marca Brasil" - caso Carrefour e Danone Nas últimas semanas acompanhei as declarações de C-levels europeus sobre não comprar soja e carne do Brasil por questões de sustentabilidade. Essas decisões geraram enorme comoção, boicotes e, no curto prazo, mostraram a força da agricultura brasileira, com retratações e reafirmação de parcerias. Mesmo assim, não deixo de pensar que esse tipo de questionamento é recorrente demais e ainda perdemos muito por agir de forma totalmente reativa. Insisto que o Brasil tem um problema de branding. Note que não falei exlusivamente de "comunicação", como ouço muito por aí. O agronegócio e o Brasil como um todo tem, sim, problemas de comunicação, mas acho que a questão é anterior. É uma decisão estratégica que devemos tomar. Em Nem Negacionismo, Nem Apocalipse, eu e o professor Gesner Oliveira defendemos que temos enormes vantagens competitivas nas questões ambientais e devemos alavancá-las para criar uma "marca Brasil", um entendimento em todo o mercado de que produtos que provêem do nosso país são de alta qualidade, saudáveis e produzidos de forma sustentável no uso do solo, energia limpa, processos industriais e muito mais. Comprar do Brasil tem que ser visto como sinônimo de ajudar o mundo e a natureza. Essa construção começa muito antes da comunicação. Possuímos muitas virtudes, é verdade, mas grande parte decorre de questões conjunturais, não decisões estratégicas. Herdamos uma natureza exuberante e grande potencial hidroelétrico, mas insistimos em aprovar termoelétricas jabutis, tratar licenciamento ambiental como um inimigo a ser derrotado e não combater de forma séria, com orçamento e apoio institucional em todos os níveis a mazela do desmatamento ilegal. Nosso investimento em P&D para desenvolver técnicas mais sustentáveis é uma parte ínfima do que gastamos para aperfeiçoar métodos que só olham para o curto prazo e vêem a natureza como custo. Não existe comunicação que construa uma marca forte se ela não refletir verdadeiramente a estratégia. Por fim, devemos nos comunicar diretamente com nossos consumidores. Enquanto não criarmos nas pessoas de todo mundo a ligação entre comprar produtos brasileiros e proteger a natureza, ficaremos sempre sucetíveis a protecionismos e joguetes políticos de grupos mais organizados do que nós. Isso significa um esforço ativo e parmanente para abrir canais de diálogo, mostrar o que o país faz em questões socioambientais e entender o que os compradores na ponta realmente querem. É falar mais em inglês, francês, espanho e chinês do que em português. PS: Quando Juergen Esser afirmou que a Danone não comprava mais soja do Brasil, me parece que um convite para que o executivo conhecesse a cadeia de produção de soja brasileira e tivesse uma aula pública sobre sustentabilidade no agronegócio seria mais proveitosa para a consolidação da "Marca Brasil" do que boicotes a iogurtes. #MarcaBrasil #Sustentabilidade #NemNegacionismoNemApocalipse #Branding
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🌍 Fundo JBS pela Amazônia na COP 29! Desembarcamos hoje em #Baku, no #Azerbaijão, para participarmos de painéis sobre sistemas alimentares sustentáveis na Conferência do Clima das Nações Unidas, a COP29 Azerbaijan. Confira a programação: 12/11- 10h30 (Baku) - Do campo ao mercado: Mobilização de soluções climáticas na pecuária paraense Local: Hub da Amazõnia Legal Painelistas: José Otavio Passos - The Nature Conservancy (TNC), Andrea Azevedo (Fundo JBS pela Amazônia), Raul Protázio Romão ((Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade Governo do Estado do Pará) Liège Vergili Correia (JBS), Hongyu Guo (Greenovation Hub). O painel vai debater sobre a importância da transição para uma pecuária de baixo carbono no Brasil para a #economia e para a #subsistência rural. O governo do Pará vai expor sobre o programa de rastreabilidade do gado e o monitoramento ambiental e as metas de reduzir o desmatamento e, ao mesmo tempo, apoiar os produtores e promover o crescimento econômico. Até a #COP30, em Belém, o Programa pretende abranger 5 milhões de animais, expandindo para 26 milhões até 2026. O evento destacará o papel dos investimentos, incentivos e sinais de mercado no apoio a esses esforços. 15/11 (sexta-feira)- 15:30-16:30 (Baku)-Alimentar o próximo bilhão: Um Modelo para Construir Sistemas Alimentares Resilientes ao Clima no Sul Global Local: Pavilhão de Agricultura Sustentável das Américas Painelistas: Andrea Azevedo (Fundo JBS pela Amazônia), Marcello Brito (Consórcio Interestadual Amazônia Legal); Liège Vergili Correia (JBS); Nathalie Walker (Tropical Forests and Agriculture at National Wildelife Federation) O evento vai analisar como as empresas, a sociedade civil e os produtores podem se unir para a criação de sistemas alimentares mais sutentáveis e inclusivos para milhares de milhões de pessoas e ainda conseguir reduzir as emissões de gases de efeito estufa. O painel também coloca o Brasil nessa equação e debate como o país pode se tornar referência na jornada de transformação dos sistemas alimentares globais em sistemas de alto desempenho que levam a resultados econômicos, ambientais, nutricionais e de saúde positivos. #SistemasAlimentares #Sustentabilidade #Amazônia #Amazon #FoodSystems #Sustainablefood #agriculture #SustainableSolutions
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A carne brasileira tem grande potencial para se destacar no critério de sustentabilidade no contexto do mercado de carbono aprovado recentemente no Congresso Federal. O setor pode adotar uma série de medidas e estratégias alinhadas à redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) e à promoção de práticas ambientalmente responsáveis. A integração lavoura-pecuária-floresta é uma prática amplamente reconhecida que combina atividades agrícolas, pecuárias e florestais na mesma área. Reduz a necessidade de desmatamento, otimizando o uso do solo; Aumenta a fixação de carbono no solo e na vegetação; Melhora a eficiência na produção de carne com menor pegada ambiental. Recuperar pastagens degradadas reduz a pressão por novas áreas de desmatamento e aumenta a capacidade do solo de armazenar carbono; Pastagens bem manejadas promovem o sequestro de carbono, tornando o sistema mais sustentável; Melhorar a eficiência do rebanho por meio de genética, nutrição e manejo reduz as emissões por unidade de carne produzida; Dietas suplementadas com aditivos, como óleos essenciais ou algas, podem diminuir significativamente as emissões de metano entérico. Adotar sistemas de certificação que comprovem práticas sustentáveis (sequestro de carbono em pastagens ou florestas preservadas) permite ao setor gerar créditos de carbono; Fazendas que excedem os requisitos de neutralidade ou negatividade em carbono podem comercializar esses créditos no mercado regulado. Utilizar tecnologias de rastreamento e monitoramento ambiental para comprovar a origem sustentável da carne; Sistemas de blockchain podem ser integrados para garantir a transparência da cadeia de produção, facilitando a exportação para mercados exigentes. Eliminar o desmatamento ilegal da cadeia produtiva é essencial. A rastreabilidade e o cumprimento de legislações ambientais (como o Código Florestal) fortalecem a imagem do setor e a competitividade no mercado global; Expandir iniciativas como o CAR (Cadastro Ambiental Rural) e parcerias público-privadas para promover práticas de conservação. Resíduos gerados na produção pecuária, como esterco, podem ser utilizados para produção de biogás ou biofertilizantes, contribuindo para a redução de emissões e diversificação da renda. Investir em certificações, como Carne Carbono Neutro (CCN) ou Carne de Baixo Carbono, melhora a percepção do produto no mercado interno e externo; Certificações garantem o cumprimento de padrões ambientais rigorosos e agregam valor ao produto. Trabalhar junto a instituições governamentais e ONGs para acessar financiamento verde, como créditos para agricultura sustentável, e promover políticas que incentivem a produção de carne com menor impacto ambiental. Capacitar produtores para adotar boas práticas e promover os benefícios da carne sustentável ao consumidor; Uma narrativa clara e baseada em dados pode aumentar a aceitação do produto no mercado global, principalmente em países que exigem compromisso com as metas climáticas.
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Em 2024, a sustentabilidade se consolidou como um pilar estratégico para a pecuária brasileira. Fomos protagonista em diversas frentes, promovendo ações transformadoras: 🌱 Rastreabilidade: Proposta para uma Política Pública Nacional de Rastreabilidade Individual de Bovinos. 🌍 Clima: Posicionamento estratégico entregue na COP29 e quatro webinares sobre mercado de carbono. 🐄 Bem-estar animal: Desenvolvimento do Guia de Recomendações para Bovinos, com lançamento em 2025. 📖 Confira os avanços que marcaram este ano no artigo da nossa presidente, Ana Doralina Menezes. Leia na íntegra em https://mla.bs/b04ba99e #pecuáriasustentável #MBPS #MesaBrasileiradaPecuáriaSustentável #rastreabilidadebovina #mudançasclimáticas #COP30 #usodaterra #bemestaranimal #compromissosclimáticos #agrobrasileiro #agronegócio
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O grupo organizado pelo Instituto Clima e Sociedade (iCS) visitou o Imaflora em Piracicaba nesse sábado com o objetivo de refletir sobre os desafios e as oportunidades da transição da agricultura brasileira e dos sistemas alimentares em resposta às mudanças climáticas. Durante a visita, os participantes discutiram a importância da transição energética, com foco nos biocombustíveis, e as interações entre agricultura, sistemas alimentares e energia. Na ocasião, os especialistas presentes compartilharam inovações em métricas e metodologias para estimar a remoção de carbono do solo, essenciais para a pesquisa na agricultura tropical. Além disso, foi abordado o estado atual da cadeia da carne bovina no Brasil, incluindo questões de rastreabilidade, monitoramento socioambiental e a inclusão de pequenos agricultores, ressaltando a relevância do comércio internacional. Outro ponto central da visita foi a discussão sobre medidas de adaptação aos eventos climáticos extremos e a vulnerabilidade da agricultura brasileira. Os participantes exploraram estratégias para garantir a segurança alimentar e promover a agricultura regenerativa. A recuperação de pastagens degradadas foi identificada como uma oportunidade crucial para reduzir o desmatamento e mitigar as emissões de gases de efeito estufa (GEE), destacando o potencial transformador dessa abordagem na promoção de práticas agrícolas sustentáveis e na resiliência frente às mudanças climáticas. #Imaflora #MeioAmbiente #GEE #AgriculturaRegenerativa #Agricultura
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Dá para produzir sem desmatar? Quais as energias limpas com que o país já pode contar? Em que pé estamos com relação a outros países no quesito produção sustentável de alimentos? A Revolução Verde não vem aí, ela já chegou! E já tem muita coisa boa sendo pensada, discutida e, o melhor, em prática! Acompanha no meu canal @muitomaisazul um bom diagnóstico de como empresas e pessoas vêm fazendo parte desta Revolução Verde. Cuidar melhor do nosso planeta não é coisa para as próximas gerações, é hoje, agora, URGENTE!!! Autoridades, executivos e líderes do setor falam sobre oportunidades, desafios e as necessidades do agronegócio brasileiro para ocupar seu papel de destaque no cenário da nova revolução verde. Com André Lima ☀️, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Leonardo Munhoz, Fundação Getulio Vargas, Milton Steagall, Grupo BBF, Daniel Lopes, FS Fueling Sustainability, Ivan Cruz Junior, Mereo, marlene siqueira, Isadora Duarte, ESTADÃO. https://lnkd.in/di_8jjDA #rádiopaulistano #muitomaisazul #sustentabilidade #clascomunica #estadaobluestudio #ocbio #fgvagro #direitoambiental #summitagro #ministériodomeioambiente #meioambiente #agronegócio #uniãoeuropéia #bbf #óleodepalma #nãoaocombustívelfóssil #milho #etanoldemilho #EnergiaEInovação #energiaverde #etanol #mereobrasil #rh #recursoshumanos #PDI #genteegestao #medicinaintegrativa
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